domingo, 26 de setembro de 2010

Criação de kakarikis - Instinto



Número 08 04 - SetembroAno 2010

- Pai sem ser à força
Os Kakariki são bons pais por natureza mas há que refrear o seu ímpeto sexual para que não procrie mas do que o desejado.

4 não é um bom número
Esta ave de origem neo-zelandeza pode procriar logo aos quatro meses de idade, porém, tal não é aconselhável. O indicado é que a primeira ninhada não aconteça antes do primeiro ano de vida, quando já se pode falar em maturidade. A fim de evitar precipitações há que estar atento aos avanços dos machos e, caso seja necessário, separá-los das fêmeas. Com uma esperança média de vida entre os seis e os oito anos, há tempo suficiente para iniciar a procriação, sem precipitações e sem correr riscos.
Quatro é igualmente o número, exagerado, de ninhadas que um casal saudável de Kakarikis consegue ter por ano, uma vez que a fêmea consegue voltar a procriar durante o período em que ainda tem crias no ninho. Não apenas é esgotante para a mãe, como é uma ameaça à vida das jovens aves, às quais, nessas circunstâncias, a mãe acaba por arrancar as penas. Quando tal acontece, mãe e filhotes devem ser imediatamente separados e os jovens alimentados à mão. O ideal, segundo os criadores, são duas ninhadas anuais para não sobrecarregar a mãe e evitar que entre em stress, o que, em última instância, poderá ter graves implicações cardíacas ou mesmo matar a ave. Pela mesma razão, é de evitar ainda que procrie nos meses mais quentes de verão.crie mais do que o desejado.

Ninho em profundidade
Antes da postura, prepare o ninho. Este deve ser fundo, uma vez que a fêmea, por vezes, gosta de esconder os ovos. Razão pela qual o fundo do ninho deve ter alguns centímetros de matéria fofa a forrá-lo, do tipo aparas de madeira, onde os ovos podem ser depositados em segurança. O ninho dos Kakarikis é especial e assemelha-se ao das caturras. Deve ter cerca de 25x25 cm por cerca de 40 cm de altura. Uma caixa de conforto, onde a progenitora se sinta segura.

Dia sim, dia não
Os ovos, entre os cinco e os sete, ou mesmo mais, por postura, são depositados em dias alternados. Segue-se a fase da incubação, que tem a duração de 19 a 21 dias, e que está exclusivamente a cargo da fêmea, não obstante o apoio psicológico do macho que, não raras vezes, se coloca a seu lado. O papel do progenitor acentua-se após a eclosão, altura em que as crias são alimentadas tanto pelo pai como pela mãe, até que, por volta dos dois meses de vida, se tornam independentes.

Casais impossíveis
Não deverá nunca cruzar Kakarikis de fronte vermelha com Kakarikis de fronte amarela, as duas variantes da espécie. Não apenas porque seria uma tarefa inglória, sem qualquer hipótese de sucesso, mas também por ser uma experiência que pode colocar em risco a sobrevivência da espécie, que já esteve perto da extinção na sua terra natal, a Nova Zelândia.
Parceria como onsite:
www.instito.pt


2 comentários:

piu piu disse...

Boa noite tenho um casal de Kakarikis acontece que a fêmea pós 7 ovos até ai eu julgo que tudo bem só que como já acabou o tempo da postura foi ver e qual é o meu espanto a fêmea estava toda depenada por debaixo e por cima só tem penas nas asas e no rabo,separei o macho mas julgo que não foi ele que lhe arrancou as penas acho que ela entrou em setresse por favor gostava que me disse sem o que devo fazer muito obrigado um abraço. Victor Parreira

piu piu disse...

Boa noite tenho um casal de Kakarikis acontece que a fêmea pós 7 ovos até ai eu julgo que tudo bem só que como já acabou o tempo da postura foi ver e qual é o meu espanto a fêmea estava toda depenada por debaixo e por cima só tem penas nas asas e no rabo,separei o macho mas julgo que não foi ele que lhe arrancou as penas acho que ela entrou em setresse por favor gostava que me disse sem o que devo fazer muito obrigado um abraço. Victor Parreira