quinta-feira, 16 de julho de 2009

Iluminação artificial para julgamentos

Este é um tema muito importante para associações e clubes.

Muitas vezes são questionados pelos Sres. juízes pela fraca iluminação (natural) para fazer um julgamento adequado das aves em exposição. Não devemos esquecer que a avaliação de uma ave é como a eleição de uma Miss ou um Mister, o que se procura é o melhor dos melhores, a miss e mister era no sentido figurado, claro. Mas, tudo conta.

Então surge o problema da pouca ou mesmo falta de luz natural, ou se passam os julgamentos que faltam fazer para o dia seguinte (estando muitas vezes condicionados às condições atmosféricas) o que por seu lado, trás custos adicionais aos clubes e associações, neste casos a organização paga a estadia (dormida) e deslocação. Os Sres. Juízes atentos aos custos que isso acarreta, prologam até ao limite da luminosidade os julgamentos, o que nem sempre é bom.
Atenção, não culpo os Sres. Juízes, pois este senhores fazem o que podem, no que diz respeito à iluminação.
Sei, porque vi (pagina 53) revista -Portugal Ornitológico, que os Sres. Juízes fazem nota das irregularidades detectadas nas exposições, colocando pormenores tais como: nome do evento, gaiola, classe, criador, Stam e problemas detectados.

Como criador e associado, pergunto à Federação.
Temos que considerar várias coisas: limpeza e lavagem de gaiolas e tabuleiros, a organização, (recepção e classificação das aves antes do julgamento, a decoração dos espaços, a promoção em: rádios locais, jornais, inter-net e outros, a compra de prémios e diplomas, pagar ao quilometro as deslocações dos Sres. Juízese, a disponibilidade de tempo, os recursos humanos, o pagamento de almoços e jantares às pessoas que trabalham na montagem e desmontagem de uma exposição, a limpeza do espaço no final do evento, durante o resto do ano: pagar as anilhas que os seus associados pedem durante os vários pedidos e pagar a couta anual a federação. Será que a federação não poderia apoiar mais as associações/clubes?
Quem trabalha nas associações/clubes não são profíssional, é por carolice, amizade e convívio.
A federação não terá uma pessoa capaz de fazer uma visitinha as diversas exposições de modo a avaliar como decorrem as mesmas, fazer um relatório de tudo o que vira de modo a saber quais as associações/clubes que devem ser mais ajudados de modo a elevar nível das exposições? Como o CNJ (Colégio Nacional de Juizes) faz.
O que seriam das Federações Nacionais se os clubes acabassem? Se de repente estes, por dificuldades económicas passarem a fazer só mostras em vez de concursos/exposições?
Com a crise que graça no país é melhor não esquecer que as associações/clubes também têm que fazer muitas contas meus senhores.

Vamos ser positivos, vamos lá ver se, se faz luz, minha gente!

Então vamos falar de iluminação artificial para julgamentos (mais um custo para as associações/clubes). Ao dar uma volta nas minhas revista, livros antigas e apontamentos (pequenos monos), sobre aves, dei conta de uma revista da Federação Ornitológica Nacional Portuguesa (Portugal Ornitológica - Órgão Oficial da FONP) - Ano II, nº2, 2006, onde na pagina 53 vem um artigo sobre iluminação artificial recomendada pelo CNJ (Colégio Nacional de Juízes) para julgamento.


Muitos, se interrogam como se poderá fazer um aparato para tal efeito, pois bem aqui está o dito artigo que elucida muito bem tudo o que se pretende.

Fonte da informação: Revista - Portugal Ornitológico - Órgão Oficial da Federação Ornitológica Nacional Portuguesa - 2006

1 comentário:

Laís disse...

No meu quintal há muitas jandainhas,eu queria oferecer o um tipo de alimento que não em contra
nessa região,para que elas tenhão uma alimentação melhor.