quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Diamante Mandarim

Simplicidade imperial
Ele veio de longe, de muito longe
Timor-Leste, Austrália ou Indonésia. Estes os países de origem desta ave, mas pode encontrá-la em boas lojas da especialidade, ou mesmo em algumas zonas rurais ou urbanas, incluindo em Portugal, onde foi introduzido.

Mutações
Esta ave apresenta-se num sem número de variantes de cor e até de formas, fascinando todos aqueles que nutrem apreço pela avicultura. Mas são oito as cores básicas, às quais se somam hoje várias centenas de outras tonalidades resultantes de mutações introduzidas pelos criadores e que contempla mesmo variantes de bico amarelo ou com poupa.

Todos diferentes, todos iguais
Comum a todos é o bico vermelho e as riscas brancas e pretas nas laterais e na cauda. As fêmeas distinguem- se destes por se apresentarem em tons mais claros, incluindo a cor do bico, e não cantarem. Os jovens têm a cauda mais curta e pontilhados castanhos no bico. O canto de cada macho é absolutamente único.

Amigo do seu amigo
A sua esperança de vida ronda os cinco anos, mas é uma ave saudável e muito resistente. É uma espécie pacífica e altamente sociável, não apenas entre pares como com os humanos, os quais procura, muitas vezes em detrimento dos colegas de aviário. Uma óptima escolha para aviários comunitários.

Questões práticas
A gaiola deve sempre permitir-lhe voar. O Diamante Mandarim aguenta variações de temperatura, mas no Inverno tem de ter aquecimento ou uma zona resguardada onde possa proteger-se, principalmente de correntes de ar, inimigas de qualquer ave. Painço, alpista, verduras. Esta a base da sua frugal alimentação, a qual pode completar com suplementos vitamínicos e minerais. Não incentive a procriação antes da ave ter, pelo menos seis meses de idade.

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