domingo, 13 de março de 2016
"Bicudo" volta à Natureza ... Brasíl
Afinal a criação em cativeiro por criadores legais e conhecedores do maneio das aves , também pode ajudar a NATUREZA! Obrigado Ornitologia wink emoticon
sábado, 5 de março de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Entre amigos com o criador e amigo Sílvio Duarte!
SILVIO MARTINS
DUARTE
Sócio da Associação
Ornitológica de Coimbra e da SPO (Sociedade Portuguesa do Ondulado).
Campeão do
Mundo em periquitos opalino serie azul.
Campeão no
Internacional do Atlântico em asa clara serie azul.
Melhor
periquito de cor no Internacional do Atlântico.
Campeão na
Expo-Ibérica em Tondela .
Entre outros a
nível nacional…
Morada: Pereira
Contacto: 910003609
Tudo começou por
volta dos meus 11 anos em Alcains, Castelo Branco com um “casal de
machos” de periquitos australianos.
Visitei a casa de um
criador vizinho, em que eu todos os dias ouvia o “barulho” dos
periquitos, naquele dia, lá perdi a vergonha e fui-lhe pedir para
ver os periquitos, bem, fiquei lá duas horas enquanto o senhor
tratava da passarada e ia-me dizendo algumas coisas. Foi então para
meu espanto que ele disse, leva estes dois, são novinhos ainda mas é
um casal.
Decidi então
procurar a quem sabia o porque de não criarem, foi ai que me
disseram, a fêmea tem “o bico castanho” e o macho “bico azul”,
voltei para a casa apressado e claro, tinha dois machos.
Desolado, lá
implorei à minha mãe para que me compra -se mais uma gaiola e duas
fêmeas, o que até cedeu (para desgraça dela) risos… Comecei a
gostar de ver as duas gaiolas os 4 periquitos a criar e lá começaram
a vir mais periquitos e mais gaiolas. Mais tarde comecei a visitar as
lojas e ai é que me apercebi do quanto gostava disto, pelas horas
que o “ Ti Fernando” dizia que la passava a olhar para as
voadeiras, Adquiri caturras, canários, rolas diamante, rolas turcas,
pombos correio, mandarins, rouxinóis do japão, bengalins,
periquitos ingleses, degolados, bicos de chumbo, bicos de lacre e
mais periquitos australianos era o delírio em casa.
Assim perdurou algum tempo, até que chegou a ida para a tropa e o “vício” teve de ficar em standby durante 10 anos.
À cerca de 3 anos atrás, adquiri ao grande amigo Luís Miguel dois casais de periquitos australianos (que de um destes casais me nasceu um halfsider), e a outro grande amigo Olavo Cabaço os ingleses, tudo recomeçou assim…
Desde então, tento aprender cada vez mais e subir degrau a degrau, para isso valho-me dos meus grandes amigos e mestres, e de uma grande ferramenta chamada “internet”… mas nem tudo o que se ouve e lê está correto!
Tenho como objectivo, um dia ser Juiz de psitacídeos, quiçá um dia….
Neste
momento, crio com cerca de 50 casais, em que tenho quase todas as
mutações (ex: poupas, lacewings, fallow, texas clearbodie, etc…),
tanto ingleses como australianos, e crio com o objectivo de
exposição.
Pode parecer fácil
mas não é… Felizmente em Portugal temos um já Campeão do Mundo
em periquitos ingleses, o grande amigo Rui Teixeira de Gaia, com quem
tive o privilégio de aprender muita coisa entre muitos outros
campeões.

O nível em Portugal de australianos e ingleses tem vindo a crescer e muito, e aqui falo de quantidade e muita qualidade, para mim é um orgulho ver, cada vez mais criadores a criarem periquitos e anilha-los, outro aspecto bastante importante neste hobbie.
Como em tudo na vida, as criações umas vez correm bem outras vezes correm mal, se calhar mais vezes correm mal (risos), é preciso muita persistência e força de vontade, DESISTIR É QUE NUNCA!!!!

O nível em Portugal de australianos e ingleses tem vindo a crescer e muito, e aqui falo de quantidade e muita qualidade, para mim é um orgulho ver, cada vez mais criadores a criarem periquitos e anilha-los, outro aspecto bastante importante neste hobbie.
Como em tudo na vida, as criações umas vez correm bem outras vezes correm mal, se calhar mais vezes correm mal (risos), é preciso muita persistência e força de vontade, DESISTIR É QUE NUNCA!!!!
Falando de criar:
Como já disse,
estou a trabalhar com cerca de 50 casais, na alimentação a parte
mais importante de todas, forneço sementes em que a alpista é 70% a
alimentação dos periquitos, e em que os restantes 30% englobam
painço e milho alvo e aveia. Neste momento ainda faço eu a mistura,
embora que irei começar a fornecer a mistura para periquitos da
Slaats.
Em termos de papa, ainda em fase de experimentação e a gostar do resultado a da Easyyem, junto uma boa base de vitaminas e aminoácidos da marca TOPVIT, na minha opinião não é preciso juntar mais nada. Esta marca é me fornecida através do Dr. Miguel Morais, Médico Veterinário de aves em Gaia-Porto.
No meu aviário um dos defeitos, é não ter luz solar, o que para mim é uma pena, o sol é muito importante para a vida, e às aves faz muito bem, mas por enquanto ainda não é possível, em termos de temperatura, está sempre entre os 17º graus e os 23º graus e humidade a 62%.
Em termos de papa, ainda em fase de experimentação e a gostar do resultado a da Easyyem, junto uma boa base de vitaminas e aminoácidos da marca TOPVIT, na minha opinião não é preciso juntar mais nada. Esta marca é me fornecida através do Dr. Miguel Morais, Médico Veterinário de aves em Gaia-Porto.
No meu aviário um dos defeitos, é não ter luz solar, o que para mim é uma pena, o sol é muito importante para a vida, e às aves faz muito bem, mas por enquanto ainda não é possível, em termos de temperatura, está sempre entre os 17º graus e os 23º graus e humidade a 62%.
Crio com gaiolas
individuais para cada casal e com medidas de 50x50x40 para ingleses e
40x40x30 para australianos, sempre ou quase sempre de Setembro a
Maio, no descanso, separo as fêmeas dos machos e vão descansar
todos para a voadeira.
- Complexo B
- Água limpa
- Pré-biótico
- Água limpa
- Complexo B
- Água limpa
- Tratamento da cocidiose
- Água limpa
- Complexo B
- Água limpa
- Desparasitação
- Pró-Biótico
Os critérios que
uso para juntar casais, varia em função se quero obter alguma
mutação fora do que é normal, e regra geral é por compensação,
tentar compensar os defeitos de um e do outro.
Outros cuidados que
tenho na criação, todos os dias mudo a água e coloco hexaplus,
retiro o excesso de cascas dos comedouros.

Abro os ninhos, limpo os mais sujos colocando sempre aparas de
no fundo, ajuda a manter as crias mais limpas e respectivos ninhos, faço questão de pegar nas crias para
Outro ponto importante é o anilhamento das aves, que ocorre por
volta dos 8,10 dias de idade, com diâmetro de 4.00 para os
australianos e 4.5 para os ingleses, por volta dos 20 dias, poderão
ocorrer outros incidentes, tais como os progenitores iniciarem outro
cio e desta forma passarem a ver as crias como “inimigos” e
atacam-nas, por vezes matando mesmo, outras ferindo-as, para que isso
não aconteça, por volta destes 20 dias se noto que existe este
comportamento, separo a fêmea das crias e macho e deixo apenas o
macho a cuidar das crias, afinal o papel do macho é galar a fêmea e
alimentar os filhos, claro que isto requer também visionamento por
parte de nós, ver se o macho de facto alimenta ou não as crias, se
não, retira-se o macho e coloca-se a fêmea, eu faço-o e tem
corrido bem.
Nesta altura as
crias já têm dentro do ninho sempre espigas de painço para irem
aprendendo a comer, para depois na fase do desmame não custar tanto.
Entre os 35 a 40 dias retiro as crias dos pais e vão para as
voadeiras. Nestas voadeiras apenas estão as crias até aos 4 meses,
depois noutra dos 4 aos 7 meses e depois a geral onde vão a partir
dos 7 meses para o pé dos adultos.
Para treino, uso as
gaiolas de exposição, em que coloco apenas uma ave em cada gaiola e
tento que tenham sempre o máximo de treino. No regresso das aves a
casa, a recuperação passa, por colocar as aves na voadeira, para
esticarem as asas em voo, e por um complexo B nada mais.
Como a conversa já
vai longa e o entrevistador já está cansado (risos)… deixo um
conselho para o pessoal novo e não só, é importante que se
inscrevam numa associação ou clube perto de vós, desta forma
conhece-se mais criadores, e toda a ajuda é bem vinda, trocam-se
ideias, experiências, descobrem-se alguns truques, e também, porque
só estando inscrito em alguma associação ou clube poderão ter
anilhas federativas para poderem anilhar as aves e levar a concurso,
isto claro, se for a vossa vontade. Comecem com aves a preços
acessíveis, para poderem crescer a cometer erros, porque aprende-se
é com os erros, com experiências, para subirem degrau a degrau.
Para completar esta entrevista saliento.
Este ano, em termos de exposições correu muito bem, foi totalmente o oposto ao que eu estava á espera depois de uma época desastrosa, “marquei” em todas o que deixou muito contente, depois no Mundial em Matosinhos, tive dois campeões do mundo, dá logo outro ânimo!
Para completar esta entrevista saliento.
Este ano, em termos de exposições correu muito bem, foi totalmente o oposto ao que eu estava á espera depois de uma época desastrosa, “marquei” em todas o que deixou muito contente, depois no Mundial em Matosinhos, tive dois campeões do mundo, dá logo outro ânimo!
Lembrem-se.
“Eu tentei 99 vezes e falhei, mas na centésima tentativa eu
consegui, nunca desista de seus objectivos, mesmo que esses pareçam
impossíveis, a próxima tentativa pode ser a vitoriosa…”
Albert Einstein
Muito obrigado amigo pela entrevista, desejo-te toda a sorte do mundo, aquele abraço!
Fotos: Osvaldo Sereno,Sílvio Duarte
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Combate da lagarta do pinheiro na Covilhã!
O chapim é predador natural desta praga, na altura da reprocução a lagarta do pinheiro é uma das principais fontes de alimentação do chapim adulto e das crías. Aqui esta um bom exemplo para o controlo natural das pragas, parabens pela iniciativa. Por essa europa fora há muitos programas deste tipo, onde as escolas são porte integrante destas actividades.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Açores aposta em plantas endémicas para salvar habitat do Priolo
"Milhares de plantas nativas estão a ser produzidas anualmente em viveiros na ilha de São Miguel, nos Açores, para a recuperação do habitat natural do Priolo, ave endémica açoriana "em perigo".
“Aqui são produzidas plantas que depois são replantadas em sítios onde existem invasoras que começaram a ocupar locais onde antigamente eram floresta laurissilva dos Açores", disse Filipe Figueiredo, técnico florestal, da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), em declarações à Lusa.
Na Quinta dos Serviços de Desenvolvimento Agrário, em Santo António Nordestino, concelho do Nordeste, estão a ser produzidas plantas herbáceas e fetos e plantas arbóreas e arbustivas, embora estas duas últimas "em menor quantidade".
"O objetivo é produzir entre 40 e 50 mil plantas por ano, na maioria herbáceas, que depois serão replantadas para recuperar o habitat do Priolo", explicou o técnico florestal da SPEA, frisando que já se constatou na mata dos Bispos, na Povoação, parte sul da área de distribuição do Priolo, que o reaparecimento de espécies invasoras “é muito menor".
A produção, em viveiros, destas plantas nativas, uma ação no âmbito do Projeto LIFE+ Terras do Priolo, começou na Povoação, a partir de 2009, estando agora a decorrer, desde finais de 2015, no Nordeste.
"Ao melhorar-se o habitat do Priolo, (a Floresta Laurissilva dos Açores), com mais diversidade de espécies estamos a melhorar a disponibilidade de alimento para o Priolo", salientou Filipe Figueiredo, indicando que a produção de plantas para recuperar o local que estava invadido invasoras, decorre também em articulação com os serviços florestais.
Nos viveiros do projeto LIFE+Terras do Priolo a estufa principal serve para o desenvolvimento mais rápido das plantas, através do controlo de humidade e temperatura, enquanto numa outra, denominada "estufa de sombra", faz-se a adaptação das plantas ao clima.
Mas, as plantas não se produzem todas no mesmo período, segundo explicou, indicando que no caso das arbóreas e arbustivas a produção varia "entre um ano a um ano e meio, no mínimo", desde a germinação até sair para o terreno, enquanto as herbáceas germinam, na generalidade, "em 15 a 20 dias" e "em seis meses estão prontas para serem plantadas".
Além da produção de plantas nativas, a partir de recolha de sementes, as espécies produzidas nos viveiros do projeto do Priolo são também cedidas a várias entidades ou serviços, principalmente para a recuperação de áreas costeiras, e também disponibilizadas a particulares.
“Com cinco gramas de sementes conseguimos produzir 400 a 500 plantas o que é bastante positivo, já que não há em muitas quantidade”, garantiu ainda Filipe Figueiredo, referindo-se à produção, por exemplo, de uma espécie endémica dos Açores, a Azorina Vidalii, uma planta costeira.
Com o intuito de dar a conhecer esta produção o Centro Ambiental do Priolo abriu hoje as portas dos seus viveiros de produção de plantas nativas, uma ação designada "Open Days" que permite durante uma visita guiada, ou livre, "observar não só as plantas produzidas, mas também alguns dos métodos utilizados".
A ideia é abrir todas as sextas-feiras as portas dos viveiros e criar uma espécie de roteiro turistico, segundo Filipe Figueiredo.
O priolo abandonou o estatuto de criticamente em perigo de extinção graças aos projetos que têm sido levados a cabo pela SPEA, Governo Regional e outros parceiros.
Atualmente esta ave endémica está com o estatuto de “em perigo”, pelo que ainda é preciso evitar perturbações no seu habitat natural.
O projeto LIFE+ Terras do Priolo tem verbas asseguradas até 2018 e a ave endémica existe especificamente no Pico da Vara e Ribeira do Guilherme, duas zonas de proteção especial integradas no Parque Natural da Ilha de São Miguel.
De acordo com a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), a população do priolo está estimada entre 500 a 800 casais e entre 1300 a 1500 indivíduos."
domingo, 31 de janeiro de 2016
sábado, 30 de janeiro de 2016
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
O que é o Birdsblog no mundo da ornitologia nacional e internacional?
São mais de 10 anos de dedicação à ornitologia , mais de 10.000 fotos, cobertura de muitas exposições nacionais e internacionais, mais de uma dezena artigos dedicados aos criadores, muitos videos didácticos ...são quase 750.000 visitas. são muitos anos de dedicação, trabalho arduo feitos!
Foram feitos sobre 64º Campeonato Mundial de Ornitologia, 38 POST.
Que contam de uma forma quase ao minuto a história de um evento de classe MUNDIAL.
Imagem de fundo da OR Aon
Primeiro blog a Nivel Nacional , só superado por 3 Fóruns!Segundo o "TOP Sites"
Primeiro blog a nível Mundial , só superado por dois Fóruns, segundo o "TOP Animals sites"Grupo criado para o "Mundial ao minuto ...!" actualmente com mais de 2172 membros!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
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