segunda-feira, 21 de julho de 2008

A ternura de um passarinho e a dor de uma perda...

Aconteceu numa praça, no Japão.
Não se sabe como o pássaro morreu.
Ele estava ali no asfalto, inerte, sem vida.
Seria um fato corriqueiro,mas o fotógrafo fez a grande diferença.

A Solidariedade

Segundo o relato do fotógrafo, uma outra ave permanecia próxima àquele corpo sem vida e ficara ali durante horas.
Chamando pelo companheiro, ela pulava de galho em galho,sem temer os que se aproximavam, inclusive sem temer ao fotógrafo que se colocava bem próximo.

A Solicitação
Ela cantou num tom triste.
Ela voou até o corpinho inerte, posou como querendo levantá-lo e alçou voo até um jardim próximo.
O fotógrafo entendeu o que ela pedia e, assim, foi até o meio da rua, retirou a ave morta e a colocou no canteiro indicado.
Só então a ave solidária levantou voo e, atrás dela, todo o bando.
A Despedida.
As fotos traduzem a sequência dos factos e a beleza de sentimentos no reino animal.


Uma Questão de Amor e Carinho.
Segundo o relato de testemunhas, dezenas de aves, antes de partirem, sobrevoaram o corpinho do companheiro morto.
As fotos mostram quanta verdade existiu naquele momento de dor e respeito.

Um grito de dor e lamento.
Aquela ave que fez toda a cerimônia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente voltou ao corpo inerte no chão e, num grito de não aceitação da morte, tenta novamente chamar o companheiro à vida.
Desesperada, mas com amor carinho, ela se despede do companheiro, revelando o seu sentimento de dor.
Mas, agora, me respondam: Serão os animais realmente os irracionais?

Agradeço desde já a "amiga Beth" o facto de autorizar a publicação desta excelente história, com a qual deveríamos aprender.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Amor, carinho, dedicação e esperança!

Se ouviu alguma história de uma chapim perdido, com fome e "sem medo" das pessoas, se mora na zona de Setubal leia esta postagem até ao fim, por favor.
As aves, com o passar do tempo podem representar MUITO para que as ajuda!

Para que se reconheça melhor a ave de que se vai falar, o Biedrsblog resolveu ajudar com uma foto do meu arquivo. A foto apresenta uma ave adulta.

Ajude a encontrar um Chapim Real (Parus major), ave juvenil.
Este chapim real é uma ave muito especial para mim. Por infortúnio foi apanhada, quando ainda cria, por um gato.
Depois de muita dedicação, consegui que se tornasse num passarinho saudável e cheio de vida. O objectivo sempre foi devolvê-lo à liberdade, mas de forma natural criou-se uma relação muito especial entre nós, e o chapim aproveitou sempre o melhor dos dois mundos, o da liberdade e o dos humanos (comida e dormida em casa). Sempre a mantive em liberdade e confesso-vos que foi um trabalhão para a por a voar, é que a preguiça era grande e voar custava muito. Mas hoje em dia voa maravilhosamente bem. No passado Domingo não voltou, e embora existam uma série de possibilidades para o que possa ter acontecido, temo que poderá ter sido capturada para venda ou por interesse próprio, e esteja neste momento numa gaiola. Dada a tenra idade da ave, ainda não tem, neste momento, a plumagem completa de adulto (embora falte pouco), ainda se notam umas penas mais baças misturadas com as negras brilhantes na cabecita, e nas faces tem também algumas peninhas amarelas misturadas com as brancas. Na cauda foi-lhe arrancada uma pena nova da extremidade com a faixa branca, que é ainda possível ver numa das fotos, sendo esta também uma característica especial nesta ave.


Se souber do paradeiro desta ave, por favor entre em contacto com o blog ou comigo (telemóvel 963475024). Por favor ajude-me a encontrar a minha ave, pois ainda não está em condições de plena autonomia, e também porque o nosso relacionamento é de facto muito especial.
MUITO OBRIGADO A TODOS QUE PODEREM AJUDAR.

Foto do Chapim juvenil retirado de : www.flickr.com

terça-feira, 15 de julho de 2008

Loris!




É um papagaio? É um periquito? Não, é um Loris!
Um leigo poderia arriscar tratar-se de uma variante exótica de periquito, ou um irrequieto papagaio. Na verdade, tanto a fisionomia quanto o colorido da plumagem deixam claro tratar-se de um Psitacídio, mas o Loris pertence a uma subfamília, a Loriidae e tem uma identidade muito própria.
O bico
Igualmente curvo, ele é frágil mas muito afiado. No viveiro, deverá ter uma taça com lascas de madeira macia, para que exercitem o bico sem caírem na tentação de roer os poleiros, por exemplo.
Língua comprida
É verdade, o Loris tem uma língua particularmente comprida, mas, ao contrário dos primos papagaios, não consegue articular palavras.
O voo
Irrequietas, ágeis, activas, quase a roçar o frenético, estas aves são um regalo para a vista. Adoram o topo das árvores e dos poleiros e entendem que andar é apenas para quem não sabe voar.
Aos bandos
Em liberdade, vivem em bandos, o que pode ser observado na Oceânia, desde a Ilha de Bornéu à Austrália, passando pela Nova Guiné, de onde são originários. À Europa chegaram em finais do séc. XIX onde começaram a ser criados em cativeiro.
Quem vê um não vê todos
A subfamília Loriidae é enorme, pois dentro de cada género existem dezenas de espécies e subespécies. Mas bem mais difícil é a distinção entre sexos. Mesmo os entendidos recomendam a observação: demasiadas posturas significa que se reuniram duas fêmeas e ausência de ovos é sinónimo de um casal de machos. A dificuldade aumenta pois mesmo quando se juntam duas aves do mesmo sexo, aos pares, elas agem como casal.
Sensibilidade, bom senso e algum trabalho
O Loris é uma ave sensível e atreita a algumas doenças. Deve ser observada de perto e garantir- lhe todos os cuidados de higiene e manutenção: viveiro com zonas de sol e de sombra; vários poleiros e compridos, feitos de madeira dura e amarga, para que não os roa; tantos recipientes para comida, quantos os tipos de comida (um para alpista, outro para mel, que pode ser puro, um para papa de fruta…); mudar-lhes a comida duas vezes ao dia e lavar os recipientes para que a comida não azede; a comida deve manter- se à sombra e em local onde não caiam as suas fezes; limpar o viveiro uma vez por semana e desinfectá-lo uma vez por mês.
Dê asas à imaginação
Não os imagine já numa gaiola. O Loris necessita de um amplo viveiro para ser feliz e para lhe proporcionar, a si, a felicidade de observar todo o potencial desta ave energética e garrida, que pode ficar do seu lado durante duas décadas.

Retirado da revista Instinto de julho / 08.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Assuntos postados em 2008

Junho (8) GLOSTERS DE FUNDO BRANCOS
NOTÍCIAS SOBRE AVES
NOTÍCIAS SOBRE AVES
Feira das Aves - Coimbra
MOMENTOS BIRDSBLOG
FOTO - VOTO Escolha a melhor foto de Junho/08!
Vencedora do Fotovoto - Maio
Diamante de Gould
Maio (10) União da Ornitologia Nacional
Periquito Cabeça Ameixa
Gaiola de Canto/ Canário
Bricolagem - faça você mesmo
Notícias - Bird watching
Livro em destaque "Garden Birds"
Identificação Precoce dos Filhotes
MOMENTOS BIRDSBLOG
FOTO - VOTO Escolha a melhor foto de Maio/08!
Vencedora do Fotovoto - Abril 08
Abril (10) Notícias - Rádio birdsong
Alguns Juvenis de 2008 / canários e exóticos
FAZ HOJE UM ANO
Priolo - S. Miguel (Açores)
DIA MUNDIAL DAS AVES MIGRATÓRIA
FOTO - VOTO Escolha a melhor foto de Abril/08!
Vencedora do Fotovoto- Março
“Recentemente, o meu canário desenvolveu na pele.....
Própolis - substância natural
Identificação Precoce dos Filhotes
Março (9)
MOMENTOS BIRDSBLOG
Fauna Europeia - Chapim Azul
Crias de 2008
A escolha de um periquito
ENTRE AMIGOS ... !
Primeiras crias de 2007
Bicos de Chumbo
Foto voto - Março /08
Vencedora - foto voto - Fevereiro
Fevereiro (7)
ENTRE AMIGOS - com Alexandre Cruz
Primeiros de 2008
Nova época de criação
MOMENTOS BIRDSBLOG
Foto voto - Fevereiro - 08
Vencedora do Foto voto - Janeiro 08
Canário Arlequim Português
Janeiro (10) Aves silvestres - Europa. Alvéola-amarela / Yello...
Aves silvestes - Fauna Europa. LUGRE - Carduelis ...
MOMENTOS BIRDSBLOG
Blue maw - Papoila Azul
Notícias - Ambiente: Ninho de grifos filmado 24 ho...
ENTRE AMIGOS com Armando Rodrigues
Pardal de Java
FOTO - VOTO Escolha a melhor foto de Janeiro!
Venvedora do Fotovoto-Dezembro
AVISAN/SAMTARÉM - 6ª Exposição Nacional do Gloster...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Alimentação manual

Em muitos casos, temos que nos colocar no lugar dos progenitores, por necessidade ou por opção.
Algumas das causas para que tal aconteça:
Mães demasiadas agarradas ao ninho, o que leva a não alimentar os filhos, recebem o alimento dos machos, mas como não saem do ninho, não dão oportunidade aos filhos pedirem comida. Estes morrem à fome.
As fêmeas ficam demasiado fracas, durante o tempo que estão a chocar, devido alimentação insuficiente, o que pode levar a um enfraquecimento e posterior doença (faca ou outra associada) e morte. Em muitos dos casos os machos acabam por criar os filhotes.
Se estes forem muito pequeninos a morte dos filhotes acontece em pouco tempo.
Outro dos casos, é por morte acidental de ambos os progenitores, quando encontramos um passarinho que tenha caído do seu ninho para a rua ou jardim é intuitivo e instintivo pensar que somos capazes de o criar à mão para depois o soltarmos. Isto acontece na maior parte com fauna selvagem (pardal, verdelhão, andorinha, melro) entre outros.
Estes são alguns dos motivos que podem levar a uma pessoas ou um criador a ter que criar ou acabar o trabalho dos pais verdadeiros.
Quando o fazemos por opção, como no caso dos criadores dos psitacídeos e outro tipo de aves (araras, catatuas, papagaios, caturras e pequenos periquitos), aves de rapina (águias, falcões e abutres), ou os populares melros, pegas e corvos à que ter alguma atenção a determinados pormenores respeitantes à sua criação à MÃO.

Os pássaros recém-nascidos são muito sensíveis ficam sujeitos a desenvolver algumas doenças do aparelho digestivo. Em caso de regurgitação, vómito, perda de peso e crescimento anormalmente lento e apatia é porque algo de anormal esta a acontecer.
Algumas das causas para os sintomas que acabei de referir são: descontrolo da temperatura, qualidade dos alimentos, má escolha do alimento, má escolha dos instrumentos para alimentar, frequência das papadas, má administração dos alimentos e más condições de alojamento das aves (temperatura e a humidade) nas incubadoras.
Alguns conselhos para alimentar as aves bebés. Deve sempre optar por procurar alguma informação sobre o tipo de alimento a adquirir.
Não se deve alimentar as crias antes de ser absorvido o resto do saco de gema com que as crias nascem e possibilita a sua subsistência nas primeiras 24 horas, em dias muito quente pode-se dar umas gotas de água tépida ou soro de um iogurte também tépido. Este procedimento visa a hidratação dos “bebés”.

A primeira alimentação deve de uma papa muito fina e líquida de modo a proporcionar um “mamar” fluido. As primeiras “papadas” não devem ser exageradas, deve ser o passarinho que escolhe a quantidade de alimento que o mesmo necessita. Não esquecer a temperatura.
Os alimentos líquidos devem ser aquecidos até aos 39⁰C, os alimentos muitos quentes podem provocar queimaduras da boca e traqueia, se é muito fria pode provocar a rejeição das papas e outros alimentos.

A quantidade papa deve estar sujeita a uma pequena regra; nunca se deve administrar alimento em excesso, este deve ser calculado com base na massa corporal das aves (aproximadamente 10%), em caso de se utilizar uma sonda, a quantidade pode ser aumentada, devendo adequar o alimento ao crescimento dos filhotes. Só se deve repetir as papadas quando o papo estiver completamente vazio.
Frequência das papadas/alimentação.
Esta depende da idade e consistência do alimento e método de alimentação. Alimentos mais líquidos, na primeira semana de vida, é aconselhável dar comida com intervalos de 2 horas (não rígido), vai-se adequando posteriormente a consistência da papa/alimento ao tempo que a aves leva a digerir o mesmo, o seu intervalo vai aumentando para 4 a 5 horas, em alguns casos é o papo da ave que serve de referência. Quando observamos que o papo este vazio, é hora de voltar a dar comida/papada. As aves “bebés” podem passar 7 horas sem alimentos (horas nocturnas), as aves têm que dormir.
Alguns instrumentos para alimentação das aves, podem variar muito de criador para criador, já tenho visto tampinhas de uma caneta, pequenos palitos, pequenos pedaços de cana, colheres ligeiramente transformadas, há no entanto produtos específicos para a alimentação a mão, por exemplo: seringas com vários calibres, sondas, agulhas próprias, etc.
Atenção, as papas aquecidas no microondas, se não forem controladas podem provocar queimadura graves da boca e da traqueia, e em caso da alimentação ser feita por sonda, pode provocar queimaduras do papo. Pois o microondas aquece os alimentos de dentro para fora ou da interior para o exterior.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Entre Amigos com António Oliveira

Criador: António Oliveira

Associado: A.O.C.

Criador de canários de cor - STAM-160D

Morada: Lousã – Coimbra
Mail: 70oliveira@sapo.pt

A história deste criador começa como a de muitos. Desde miúdo viveu rodeado de aves, o seu pai era columbófilo e ao mesmo tempo também criava canários (sem raça definida). O Sr. Oliveira começou então por influência a sua criação, paixão que ainda hoje mantém. Aos 16 anos ficou com o plantel do seu pai, começou então a ler e a falar com algumas criadores, estes foram lhe dando dicas no que diz respeito ao cruzamento e criação de algumas raças específicas.

Em 1987, resolveu então começar a sua criação, optou por canários de cor.
Os seus primeiros reprodutores foram adquiridos ao senhor Reis, criador de Leiria, realça a ajuda do Sr. Augusto Reis e Rui Carolino.

Criadores com grande experiência e com muitos bons resultados em concursos internacionais (mundial de canários de cor).

Reconhece que fruto da sua inexperiência cometeu alguns erros, mas nunca desanimo, tendo ganho os seus primeiros prémios em 1988/89.
O seu plantel é hoje constituído por 48 casais, dispostos em gaiolas de criação, contando ainda com 2 voadeiras de apoio.

As classes que o Sr. António Oliveira cria são: Branco Recessivo e Albino, Amarelo intensivo nevado e lútinos, marfim, negro vermelho mosaico, castanho vermelho mosaico e Phaeo vermelho mosaico, de todas as classe o canário negro opala vermelho mosaico é a sua classe preferida, por que é a que lhe proporcionou as suas primeiras pontuações numa exposição ornitológica.
Sempre acompanhado pelo criador fui guiado numa visita pelas suas novas instalações. Estas são: amplas, bem proporcionadas, com uma boa circulação de ar e uma boa luz natural durante quase todo o dia.

Prefere alimentar as suas aves com sementes da “Pet Cup” profissional e usa por norma papa seco/húmida da marca “Canary”.
Probioticos – Sim
Antibioticos – Sim
Vitaminas – Sim
Minerais – Sim
Este criador tem um sistema básico de tratamento, começa por disparatisar as suas aves antes da época de reprodução, depois segue com um plano de vitamínico durante todo o ano, fazendo alguns intervalos de descanso.

Aos novos aconselha.
Procurar informação sobre as aves pretendidas, comprar os seus reprodutores a criadores que já criem as mesmas classes e trabalhe bem a linhas genéticas a alguns anos, procurar algumas referências sobre o criador escolhido, evitar os negociantes de ocasião (pessoas sem escrúpulos que visam o lucro rápido). Por último, ter cuidado com os AJUNTADORES DE PASSOS.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Sarcoramphus papa

Outros nomes: urubu rei, urubo branco, corvo branco, urubo real
Ordem: Falconiformes
Família: Cathartidae. Características: ave grande, mede até 90 cm, envergadura 180 cm, peso de 3 a 5 kg unhas possantes e característicos das aves de rapina. O macho pode ser maior que a fêmea.
Cabeça e pescoço nus, violáceo-vermelhos, sobre o bico uma carúncula carnosa amarelo-alaranjada.

Origem: Brasil (região Norte, Nordeste e Centro-Oeste), encontrado também no México, Colômbia, Bolívia, Peru, Uruguai e Norte da Argentina.


Habitat: regiões de floresta com clareiras (campos, pastagens) longe de zonas urbanas.
Está ameaçada de extinção, devido a destruição do seu meio ambiente.

Reprodução: faz o seu ninho nos buracos de troncos, florestas com descampados. As suas posturas são por norma de 2 ovos.
Alimentação: carne putrefacta, é considerado o “cangalheiro” dos animais mortos.
Muito importante para o meio ambiente ao ajudar a remover os restos, evita assim a propagação de doenças.

Em Portugal, pode ser visto no Parque Ornitológica de Lourosa – (Vila Nova de Gaia - Porto.)

domingo, 29 de junho de 2008

GLOSTERS DE FUNDO BRANCOS

ESTE É O GÉNERO DE ACASALAMENTO NÃO ACONSELHÁVEL ENTRE GLOSTERS.
Duas aves de fundo branco, segundos muitos entendidos não se devem cruzar. Mas, como eu sou um pouco do contra, resolvi experimentar para ver o que dava.
A fêmea é consort cinza e o macho é corona branco.

O que constatei na primeira postura e depois na segunda foi ; com este cruzamento obtive canários de ambas as cores, também reparei que nasceram coranas brancos e coronas cinza, do mesmo modo aconteceu aos consort.

E pode observar que as crias que nasceram deste cruzamento são interessantes. Ainda estou à espera que façam a muda para poder avaliar melhor os resultados.

Penso que o facto de não se poder cruzar estas aves, deve-se a parte genética. Como são muito trabalhada tendo em vista a obtenção de bons padrões e o mais proximo do seu standard, estas aves estão sujeitas a apanhar doenças, tumores nas penas com mais frequência que as demais.
Logo, penso entender o que os entendidos aconselham.
Penso no entanto, que muitas vezes é da tentativa e do erro, que se dá o passo em frente, em alguns casos esse passo é em vão. Podendo levar a retroceder dois ou três.
Vamos ver se depois da muda feita que fiz foi proveitoso ou não.
Pelas aves que estão nas fotos, vamos ver!

terça-feira, 24 de junho de 2008

NOTÍCIAS SOBRE AVES

12ª Cia Ind MAT apreende psitacídeos
Militares da 12ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito apreenderam, na última terça-feira, 15, dez psitacídeos, sendo sete aratingas-de-bando e três maracanãs, que eram mantidos em cativeiro. As aves tinham diversas mutilações e asas cortadas. Um homem foi multado em R$7 mil.
Notícia retirada: www.pmmg.mg.gov.br

NOTÍCIAS SOBRE AVES


Esforço Constante, para monitorização das aves selvagens


Quinzenalmente, os ornitólogos Rui Brio e António Pereira colaboram na captação de aves selvagens para análise biométrica, sendo esses animais posteriormente anilhados e devolvidos à natureza. Caso não chova, o próximo encontro decorre na parte da manhã de Sábado, 16 de Fevereiro.
As sessões de anilhagem decorrem nos primeiros e terceiros sábados de cada mês, da parte da manhã. Os visitantes do Parque podem assistir de passagem, pelo percurso de descoberta da natureza, a estas actividades. Quem estiver interessado, independentemente da sua profissão, também poderá frequentar o curso de anilhagem científica dado pelos anilhadores credenciados.

Mais informações em http://anilhagemdeaves.blogspot.com/.
Tags: Central Nacional de Anilhagem, Instituto de Conservação da Natureza

Notícia retirada: http://gaiaextra.com/2008/02/12/anilhagem-cientifica-aves/

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Feira das Aves - Coimbra

Feira de Aves da (A.O.C.) Associação Ornitológica de Coimbra, decorrerá todos os primeiros domingos de cada mês das 8h00 às 13h00.
visitantes.
Fez no passado mês de Maio de 2008, um ano que a mesma se realiza.
No decorrer da feira podem os seus associados fazer o pagamento das suas coutas, fazer o pedido das sua anilhas e por fim também há a possibilidade se inscreverem nesta associação.
Deste modo esta associação (A.O.C.) encontrou um espaço de convívio entre criadores e
Se por acaso passar por COIMBRA, visite este local.

domingo, 8 de junho de 2008

terça-feira, 3 de junho de 2008

Diamante de Gould


Dar asas à cor

Ao vivo e a cores. Só assim vale a pena ver um Diamante de Gould, mais ainda se tiver a sorte de estar por perto na altura do cortejo de acasalamento, altura em que as cores do macho, mais garridas do que as da fêmea, parecem ainda mais nítidas e vibrantes, enquanto ele, de peito tufado, dança e tenta impressionar a companheira. Quanto a ela não sabemos, mas a nós fascina e muito.

Não é um cantor por aí além, sendo assumidamente graças às suas nítidas pinceladas de cor que se deve o seu sucesso junto dos amantes de aves e o facto de ser uma das mais procuradas em todo o mundo. O nome, bem como a sua vinda para a Europa desde a Austrália, seu país Natal, devem-se ao ornitólogo John Gould, ao que se sabe, numa homenagem à sua mulher, Elizabeth Gould. Lá uma preciosidade é ele, assim como as cores com as quais se veste: preto, amarelo, roxo, branco, verde e vermelho.


Mais uma e teríamos o arco-íris. Mas o principal é que os tons não se mesclem. As crias, que são bem menos exuberantes no que toca à coloração, estão aptas a deixar o ninho por volta das três semanas de vida. Até lá, estão entregues aos cuidados paternos que decorrem por turnos, o pai fica com o da noite e a mãe com o diurno. Tanto exotismo não se manifesta nos afazeres práticos do dia-a-dia.



Para manter um Diamante de Gould feliz e saudável precisa apenas de lhe facultar comida variada, preferencialmente num comedouro alto, manter-lhe água fresca nos bebedouros e na banheira — que tem fins higiénicos e de recreio —, proporcionar- lhe alguma areia, cujos grãos ajudam na digestão, e vários poleiros, pois gosta de cirandar pela gaiola. Para além disto, um pequeno capricho: gosta de ver nascer o Sol. Faça- lhe a vontade!

Fonte do artigo: Revista "INSTINTO" - http://www.instinto.pt/
Fotos: Osvaldo Sereno
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