domingo, 28 de outubro de 2007

MOMENTOS BIRDSBLOG























Curiosidades ornitológicas

Termos e siglas a conhecer para quem esta a começar agora.

- Ornitologia (hobby)
È uma parte da Zoologia que se ocupa do estudo da vida, reprodução, criação em ambiente fechado e controlado.
Muito importante no estudo e criação bem como manutenção de espécies em vias de extinção.
- Ornitologia (ao ar livre)
Parte da Ciência que estuda todas as aves silvestres e que está ligada ao ramo da Zoologia.
Ocupa-se do controle das populações, migrações, doenças que se relacionem com aves silvestres.
Um dos métodos de controlo da s aves e a anilhagem anual de aves capturadas nos parques naturais.
- Standard ou padrão
O termo “standard” ou padrão tem significados diferentes, modo geral é uma expressão
associada a testes e medidas.
- Postura (... de uma ave)
Característica que se da a inclinação do corpo em relação a um plano horizontal.
(A postura deste canário …)
- Temperamento ou comportamento
Maneira como a ave se comporta perante um juiz (exposição). Estamos a falar de aves.
Este poderá ser: medroso, assustado, inquieto, nervoso, parado, calmo, vivo, etc.
Todos estes itens são levados em conta, entre outros, na pontuados do juiz a quando a observação das aves.
- Dimorfismo sexual
É a diferença de aspecto exterior entre indivíduos de uma mesma espécie. (Macho / Fêmea)
Podemos falar da cor, forma, canto, marcas, mascaras etc.
- Rabadilha
Parte posterior do tronco das aves, onde nascem as penas da cauda.
- Lutinos
Ave com plumagem amarela de olhos vermelhos.
-Nevado
Um canário é nevado, quando o lipocromo não chega a cobrir a totalidade da pena, ou quando o extremo da mesma apresenta um “bordo”branco, o que lhe dá um aspecto de escama de peixe.
- Intensivo
O canário é intensivo, quando a pena é mais larga e o lipocromo cobre a totalidade da pena, mesmo a sua extremidade.
- Lipocromo
Nome que se dá ao pigmento grosso que da a cor de fundo as penas de todos a s aves.

Vamos conhecer melhor as letras maiúsculas que muitas vezes não sabemos o que são
- FONP
Federação Ornitológica Nacional Portuguesa
- FPO
Federação Portuguesa de Ornitologia
- CPJO
Colégio Português de Juízes de Ornitologia
- CNJ
Confederação Nacional de Juízes
- OMJ
Ordem Mundial de Juízes
- COM
Confederação Ornitológica Mundial
- IGBA
International Gloster Breeders Association
- CPG
Club Portugues do Gloster

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

domingo, 14 de outubro de 2007

A MUDA DA PENA

A muda da pena nas aves é acontecimento comum, depois de nascerem sem penas, só com penugem, as aves crescem e com o seu desenvolvimento vêm as canudos (penas em desenvolvimento) e por fim as penas.
A muda da pena acontece, na transição de aves jovens para aves adultas, e depois da época de reprodução e todos os anos.
Esse tempo varia muito com a espécie e o tamanho da ave.
Este processo debilita muito as aves, porque o seu corpo tem de produzir os canudos, que com o crescimento dos mesmos se transformam em penas.
Não podemos esquecer que a ave muda todos as penas que a cobre, por várias fazes.
Para quem tem aves ornamentais em casa e normal ver no chão grandes quantidade de penas (pequenas e grandes) por muito que limpemos parece que nunca mais acabam as penas. Mas é assim todos os anos.
O que devemos fazer para melhorar a condição das penas das nossas aves.
Sempre que o tempo estiver quente, deixar uma banheira ou outro recipiente, não muito fundo de modo que as aves possam tomar banho. Esta operação deve ser feita várias vezes por semana.
Ajuda as aves a livrarem-se das penas mortas, das escamas dos canudos (pequenos bocadinhos parecidos com “caspa”).
Depois do banho podemos ver que as aves cuidam das penas novas, alisando-as e posicionando de modo que fiquem arrumadas, é usual ver as aves debicar ao de leve por cima da cauda.
Não há problema nisso, pois é aí que as aves possuem uma pequena glândula de gordura ou reserva de gordura que serve para impermeabilizar as penas, deste modo sempre que apanharem água não ficam molhadas rapidamente.
Nesta altura e muito importante fornecer um poli-vitaminico para ajudar a sua muda. Uma boa alimentação e papa com alguma oleosidade.
Também se encontra nas lojas de animais (AVES) alguns produtos específicos para esta fase.
Em muitos casos a muda da pena pode ser acontecer fora de época, por vários motivos além dos que já escrevi no princípio deste artigo.
Se o mudarmos para um lugar onde as condições de luminosidade seja muito diferente, mudança de frio para calor, estes são alguns motivos que podem levar as aves a entrara em muda.
Como curiosidade podemos provocar a muda de uma ave sem querer, se a aves estiver num local onde as pessoas acendam a luz durante a noite e por um longo espaço de tempo, a ave entra em muda com facilidade.
A altura da muda é muito critica para todas as aves adultas, mas é ainda mais perigosa para as novas crias e aves novas.
Muitas das vezes morrem jovem que já se encontram bem empenados e separados dos pais (independentes) e nos quais apostamos.
Para que tal não aconteça, devemos evitar correntes de ar, mudanças de temperatura muito bruscas, mudanças de lugar desnecessárias, fornecer uma alimentação adequada a essa época, podemos fornecer alguns produtos específicos para esta época, estas são algumas regras que devemos tentar cumprir se queremos que as nossas aves passem esta fase critica (a muda).

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Entre amigos com Ricardo Travassos

Ricardo Travassos
STAM 670G
Associação Ornitológica de Coimbra, sócio n.º124
Clube ornitológico da Figueira da Foz
Espécies que crio: exóticos australianos e alguns africanos
Morada: Chãs de Baixo, Carapinheira, Montemor-o-Velho
Contacto: 965032678

Comecei a ter aves por volta dos meus 8 anos, 2 bicos de lacre e depois um casal de periquitos. Foi passado alguns anos que vi um D.Mandarim e fiquei logo apaixonado por tão sociável e alegre ave. Comecei por um pequeno viveiro e comecei a criar mandarins tendo depois acrescentado rolas diamante, pardais de Java e outros. Desde à 10 anos para cá comecei a tomar mais atenção as aves que existiam e adquiri alguns exóticos africanos a preços irrisórios e que hoje são comercializados a preços proibitivos, face carmesim, amarantes, peitos laranja, faces laranja e bengalins da índia, que foram morrendo de velhice ao longo dos anos …
Em 2000 apanhei o vício dos D. Gould, pudera…. É uma ave muito bonita e calma e com uma variedade de cor impressionante e uma genética que é uma constante surpresa até se criarem exemplares puros. Desde então tenho adquirido diversas aves e conhecido muita gente. Não foi fácil e apanhei muita desilusão mas tudo faz parte do processo de aprendizagem no mundo da criação das aves, não havendo livro ou ninguém que saiba tudo.
Após vários anos aproveitei uma pequena divisão que transformei a meu jeito e que dispõe de 45 gaiolas de criação individuais feitas por mim e com várias medidas e 5 voadoras interiores e uma no exterior onde crio várias espécies: Diamantes australianos: Gould, Mandarim, Estrela, Bichenov, Papagaio, Kitlitz , Sparrow e Bengalins, e africanos : bicos de chumbo e “pytilia hypogrammica”.
Este ano foi de longe o meu melhor ano de criação pelo que anilhei cerca de 250 aves.
Probióticos: Sim
Antibióticos: Sim
Vitaminas: Sim
Minerais: Sim
Dou às minhas aves Probióticos, vitaminas, suplementos e várias marcas de papas de ovo, frutas, insectívoras, fazendo eu uma mistura sempre de proporções variadas, para eles nunca se fartarem da mesma, quem gosta de comer sempre arroz…??? Grit, casca de choco, carvão vegetal, espigas de painço. Desparasitação e tratamento com antibiótico quando estritamente necessário.
Aconselho a quem quiser comprar aves a faze-lo ao criador ou a lojas de confiança pois no mundo das aves como em tudo compra-se muitas vezes “gato por lebre” e para poupar meia dúzia de euros de diferença compram-se aves de qualidade duvidosa e inferior que nos irão trazer dissabores e desilusões. Uma ave anilhada e de criador é quase sempre garantia de qualidade e satisfação. Fazer parte de uma associação é fundamental.
Boas criações e “mimem” as vossas aves.


Texto:Ricardo Travassos
Fotos:Osvaldo Sereno
Obrigado, Ricardo pela colaboração, no Blog.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

FOTO - VOTO


Vencedora - Fotovoto


O que é um canário Gloster?

Esta é uma pergunta que muitos fazem, quando ouvem falar deste canário.
O canário Gloster pertence a uma classe dos canários, os canários de porte.
Tem características próprias da raça, vou abordar algumas, sem querer ser científico ou de grande “expert” na matéria.
A cabeça.
Os Gloster têm uma particularidade, que é comum a outros canários, a poupa, que no caso dos gloster, lhes altera o nome (Corona / Consort).
Os glosters que tiverem poupa, topete ou coroa, são conhecidos por Coronas.
Nome que talvez venha da coroa arredondada que as penas da cabeça formam, esta coroa pode estar presente tanto nos machos como nas fêmeas.
A coroa deve partir do centro da cabeça e de um só ponto, esse local nunca deve ser superior a um milímetro. A poupa vista de cima deve ser circular e é normal ver-se 3, 4 ou mais penas marcantes, que nos dão a ilusão de pequenos raios.
As penas da coroa não deve tapar os olhos nem o bico da ave.
Já os canários consorte (sem coroa) devem ter uma cabeça arredondada e ligeiramente levantada na nuca, mas a mesma deve acompanhando a linha do pescoço.
O consorte pode ter a parte mais alta dos olhos mais cheias (sobrancelhas), mas nunca deve tapar os olhos.
O bico.
Deve ser pequeno (curto) e um pouco largo. Assim dá-lhe uma estética mais bonita.
O corpo.
O Gloster deve ter um corpo em forma de “bolinha”, onde a cabeça e o pescoço se encaixem o melhor possível.
Visto de vários ângulos o gloster quase não tem pescoço.
O corpo deve ser redondo, mas afunila para a rabadilha (tipo lágrima) da ave.
As asas.
As asas devem estar bem integradas sobre o dorso da ave, sempre por cima da rabadilha e devem terminar em bico, mas não se devem cruzar.
As pernas.
Um gloster bonito não deve ter penas muito curtas, nem demasiado compridas.
As pernas.
Devem estar harmoniosas com o porte da ave e flectidas a 45º do chão, e não devem estar totalmente tapadas com as penas.
A cauda.
Curta e compacta e bem plantada na rabadilha da ave, esta deve terminar em forma de rabo de peixe.
Não podemos esquecer que o standard do gloster é de 12 centímetros, logo não deve ser bom que tenha uma cauda muito comprida. Que cores podem os glosters? Em termos muitos gerais são:
O verde, amarelo (nevado ou intensivo), branco, canela e o cinzento (azul), isto para cores dominantes, depois temos os variedade (aves com mais de uma cor), aqui as cores podem ser dominantes, mas há sempre outra cor associada.
Para quem não sabe muito de canário, mas quer começar a entender, que os canários não só aqueles passarinhos que, são na maíoria das vezes amarelos e cantam muito bem ... não isso é o inicio para muitos como eu.
Com o tempo vamos querendo saber mais, e ainda mais, assim começa o bichinho e a história de muitos criadores e amadores da Ornitológia.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

DESCUBRA AS AVES EXÓTICAS

MOMENTOS BIRDSBLOG

O espaço "Momentos birdsblog" mostra-nos, fotos de Joel Couto que é criador destas belíssimos Glosters, e é sócio do (GCP) Gloster Club de Portugal.
Sei que esteve com outros membros do clube e amigos este fim de semana (28 a30/09/07), na FILPET a representar e a divulgar o Gloster.
O Joel Couto é também um dos responsáveis pela revista semestral "O GLOSTER" que o (GCP) faz, dedicada a todos os associados deste clube.
Para quem o queira contacta, basta ir ao site: http://www.cantodosglosters.pt.vu/

ou via móvel para o numero:
916921243
Quero agradecer o facto de me deixar colocar as suas fotos no meu blog, possibilitando assim a todos os blogers que gostem de Glosters de os admirar, no seu porte, nas sua cores em fim basta gozar as fotos amigos.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Entre amigos Almoço convívio

E foi entre amigos, que decorreu na passada sexta feira (14/09/07) um pequeno “petisco”, em casa do sr. Manuel Neto.
Foi com alegria e boa disposição que este amigo, nos recebeu em sua casa.
Quem eram os convidados para tal acontecimento?
Os amigos: sr.Ernesto, Zé Manuel, Osvaldo e Chico, repescado a ultima da hora.
Já a algum tempo que nos tinha sido formulado o convite, por várias condicionantes da vida de cada um, não tinha sido possível a realização do mesmo.
Mas agora é que foi.
Começamos por visitar as instalações do sr. Manuel, onde nos foram mostradas as suas aves, entre quais, os casais em criação.
As aves exóticas por norma são acasaladas e colocadas a criar mais ou menos nesta altura, o sr. Manuel aproveitando o calor anormal que se tem feito nesta altura do ano, resolveu arrancar mais cedo com a reprodução das suas aves.
Depois de uma longa troca de ideias sobre as ditas aves, tempo suficiente para a hora do “petisco”. Fomos convidados a descer, para o r/c , local onde se iria tratar dos estomago. Que istos dos passarinhos também faz fome.
Foi então que nos posicionamos para o “ataque”, digo isto porque sei que o amigo Manuel nestas coisas não facilita!
O ambiente estava espectacular, a comida e a bebida era coisa que não faltava, já se sabe que o “paleio “ é como as cerejas (uma a tráz da outra), quando demos por ela já era quase noite.
Pois é! O tempo passa … e tínhamos que voltar para Coimbra.
Para finalizar o “petisco “ o sr. Manuel resolveu acabar com uma arma de muita qualidade.
Um licor servido numa garrafa muito especial, se a garrafa era especular o que dizer do licor que ela continha.
Não há dúvidas que as pessoas ligadas a ornitologia, sabem conviver e apreciar o que de melhor há neste mundo. Com as pessoas, cada vez mais egoístas, saber dar corpo a palavra AMIZADE é um don que cada vez menos pessoas sabem valorizar.
Claro que como criadores de aves (exóticas ou outras), todos gostamos das nossas aves, gostamos de ter sucesso nas nossas criações. Mas, para que serve tudo isso se não se tiver com quem compartilhar tudo isso?
Por fim, gostaria de agradecer em nome dos convidados a paciência e amabilidade que a esposa do senhor Manuel teve para com os presentes.
Muitas vezes elas (mulheres, namoradas etc…), têm que “aturar” horas e horas de “paleio”sobre aves.
Mais uma vez, o meu agradecimento ao sr. Manuel, o convite para este “petisco”.
Que Deus o ajude a ele e aos seus e a nós, que para “petiscos” haverá sempre um tempinho!

sábado, 15 de setembro de 2007

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Rouxinol do Japão / Leiothrix leitea

O Rouxinol do Japão é uma ave originária do Sudeste Asiático.
Estas belíssimas aves têm um tamanho aproximado aos 15 centímetros.

A sua alimentação na Natureza é composta quase exclusivamente de insectos variados e alguma fruta, já em cativeiro podemos dar-lhe granulado dos melros, granulado de insectos para aves insectívoras, papa de insectos, alimentos vivos (Tenébrios molitor, também conhecidos como bichos da farinha) e há que também quem lhes dê sementes dos canários.
Um apreciador de laranja (esta deve ser cortada ao meio), maçã e pequenas bagas silvestres.
A distinção dos sexos.
Os machos têm as cores mais vivas, os seus cantos variados e melodiosos fazem-nos subressaír das fêmeas.
As cores das fêmeas são muito mais pálidas, os seus chamamentos não chegam a ser contos.
Na altura da reprodução e frequente ouvir os machos competir com grandes cantorias pelas fêmeas que os chamam para fazer os casais reprodutores.
O Rouxinol do Japão nidifica em viveiros grandes e bem plantados, estes devem ter arbustos médios e fechados, bem como plantas rasteiras.
Após a escolha do local a fêmea e macho constroem o ninho, aí a fêmea põe cinco ou seis ovos, estes são de uma cor verde – claro com pequenas manchas castanhas.
O choco leva 12 dias aproximadamente, findo este período nascem os filhotes.
O macho anda mais agitado que o normal, procuram insectos vivos para começar a criar a sua prole.
Nesta altura devemos fornecer grande quantidade de alimento vivo, os alimentos congelados e secos não têm grande aceitação dos progenitores.
Raramente é grande opção nesta altura.
Dificilmente as crias sobrevivem se os progenitores não conseguirem alimento suficiente para as crias.
Estas crescem rapidamente, os pequenos canudos dão lugar as penas em poucas semanas.
A plumagem adulta só se verificara ao fim de três semanas.
Passados 2 meses dos nascimentos dos pequenos Rouxinóis, é possível começar a ver os machos novos a dar um ar da sua graça com pequenos cânticos.
A sua adolescência /maioridade está a chegar, em viveiros grandes não haverá problemas. Mas em viveiros pequenos a coabitação de pais e filhos pode ser difícil.
Os progenitores se estiverem em boas condições físicas podem criar mais vezes na mesma época.
Esta ave que foi importada sem regras para todo o mundo a coisas de uma década ou mais, esteve em vias de extinção devido as suas capturas desregrada. As suas qualidades como cantor, o seu baixo preço fizeram dele uma das aves de grande procura nos mercados de aves exóticas. Após um período de Importação proibida pelo Japão, com vista a recuperar as suas populações na Natureza foi possível recupere esta ave.
Hoje em dia já é possível voltar a encontrar Rouxinóis do Japão.
Muitos são criados em cativeiro, por muitas pessoas (Ornitólogos) que a eles se dedicaram e com o passar dos anos aprimoraram a melhor maneira de os criar em cativeiro.
O seu elevado preço também contribui para que a sua procura no nosso país seja pouca, a este facto e a importação proibida faz do Rouxinol do Japão uma ave que lentamente recupera a sua posição na Natureza.
Atenção estas aves quando criadas em cativeiro devem ser anilhadas por anilha dos criador com o respectivo SITES.
Todos as que provenham de importação deveram ser acompanhadas pelo mesmo documento.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

OS CANÁRIOS E AS SUAS RAÇAS E CLASSES


Todas as raças e classes oficiais de canários são reconhecidas oficialmente pelo ( COM ) Confederação Ornitológica Mundial. Todos os anos chegam a esta instância internacional pedidos de reconhecimento de novas classes de canários.
A todos este corresponde um standard da classe do canário as quais os criadores devem tentar corresponder.
Só assim puderam melhorar as classificações nas exposições e concursos.

CANÁRIOS

- Os canários podem ser distribuídos ou diferenciados por três grupos:
Canários de Canto, cor e postura.

- Canários de canto são:
Todos aqueles em que o seu esplendor máximo advêm do seu canto.
Estes podem ainda ser diferenciados ou divididos em: Roller, Malinois e Timbrado Espanhol.



- Canários de cor:
Todos os canários que devido a cor da sua plumagem se valorize das demais classes.
Também estes se dividem em: Lipocromos e Melánicos.



- Canários de postura:
Estes canários diferenciam-se das anteriores, pela sua forma, postura e posição.




Nota: Canários de postura.
Há muito tempo a trás só havia duas classes de canários (Canto e Cor).
Mas com os cruzamentos e as mutações daí decorrentes, foram aparecendo cada vez mais canários diferentes. Cabeças grandes, pernas compridas, caudas curtas, corpos redondos etc.
Em fim canários muito diferentes dos canários de canto e de cor, foi então necessário reconhecer estes novos canários. Raça a raças, foram sendo reconhecidos todas as classes de canários que se conhecem hoje.
Mesmo assim a (COM) recebe todos anos, novos pedidos de reconhecimento de novas classes.
Podemos garantir que actualmente há perto de 56 classes ou mais de canários.

sábado, 1 de setembro de 2007