
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
O que é um canário Gloster?
Esta é uma pergunta que muitos fazem, quando ouvem falar deste canário.Tem características próprias da raça, vou abordar algumas, sem querer ser científico ou de grande “expert” na matéria.
A cabeça.
Os Gloster têm uma particularidade, que é comum a outros canários, a poupa, que no caso dos gloster, lhes altera o nome (Corona / Consort).
Os glosters que tiverem poupa, topete ou coroa, são conhecidos por Coronas.
Nome que talvez venha da coroa arredondada que as penas da cabeça formam, esta coroa pode estar presente tanto nos machos como nas fêmeas.A coroa deve partir do centro da cabeça e de um só ponto, esse local nunca deve ser superior a um milímetro. A poupa vista de cima deve ser circular e é normal ver-se 3, 4 ou mais penas marcantes, que nos dão a ilusão de pequenos raios.
As penas da coroa não deve tapar os olhos nem o bico da ave.
Já os canários consorte (sem coroa) devem ter uma cabeça arredondada e ligeiramente levantada na nuca, mas a mesma deve acompanhando a linha do pescoço.
O consorte pode ter a parte mais alta dos olhos mais cheias (sobrancelhas), mas nunca deve tapar os olhos.O bico.
Deve ser pequeno (curto) e um pouco largo. Assim dá-lhe uma estética mais bonita.
O corpo.
O Gloster deve ter um corpo em forma de “bolinha”, onde a cabeça e o pescoço se encaixem o melhor possível.
Visto de vários ângulos o gloster quase não tem pescoço.
O corpo deve ser redondo, mas afunila para a rabadilha (tipo lágrima) da ave.
As asas.
As asas devem estar bem integradas sobre o dorso da ave, sempre por cima da rabadilha e devem terminar em bico, mas não se devem cruzar.
As pernas.
Um gloster bonito não deve ter penas muito curtas, nem demasiado compridas.As pernas.
Devem estar harmoniosas com o porte da ave e flectidas a 45º do chão, e não devem estar totalmente tapadas com as penas.
A cauda.
Curta e compacta e bem plantada na rabadilha da ave, esta deve terminar em forma de rabo de peixe.
Não podemos esquecer que o standard do gloster é de 12 centímetros, logo não deve ser bom que tenha uma cauda muito comprida. Que cores podem os glosters? Em termos muitos gerais são:
O verde, amarelo (nevado ou intensivo), branco, canela e o cinzento (azul), isto para cores dominantes, depois temos os variedade (aves com mais de uma cor), aqui as cores podem ser dominantes, mas há sempre outra cor associada. terça-feira, 2 de outubro de 2007
MOMENTOS BIRDSBLOG










O espaço "Momentos birdsblog" mostra-nos, fotos de Joel Couto que é criador destas belíssimos Glosters, e é sócio do (GCP) Gloster Club de Portugal.Sei que esteve com outros membros do clube e amigos este fim de semana (28 a30/09/07), na FILPET a representar e a divulgar o Gloster.
O Joel Couto é também um dos responsáveis pela revista semestral "O GLOSTER" que o (GCP) faz, dedicada a todos os associados deste clube.
Para quem o queira contacta, basta ir ao site: http://www.cantodosglosters.pt.vu/
ou via móvel para o numero: 916921243
Quero agradecer o facto de me deixar colocar as suas fotos no meu blog, possibilitando assim a todos os blogers que gostem de Glosters de os admirar, no seu porte, nas sua cores em fim basta gozar as fotos amigos.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Entre amigos Almoço convívio
E foi entre amigos, que decorreu na passada sexta feira (14/09/07) um pequeno “petisco”, em casa do sr. Manuel Neto.Foi com alegria e boa disposição que este amigo, nos recebeu em sua casa.
Quem eram os convidados para tal acontecimento?
Os amigos: sr.Ernesto, Zé Manuel, Osvaldo e Chico, repescado a ultima da hora.
Já a algum tempo que nos tinha sido formulado o convite, por várias condicionantes da vida de cada um, não tinha sido possível a realização do mesmo.
Mas agora é que foi.
Começamos por visitar as instalações do sr. Manuel, onde nos foram mostradas as suas aves, entre quais, os casais em criação.
As aves exóticas por norma são acasaladas e colocadas a criar mais ou menos nesta altura, o sr. Manuel aproveitando o calor anormal que se tem feito nesta altura do ano, resolveu arrancar mais cedo com a reprodução das suas aves.
Depois de uma longa troca de ideias sobre as ditas aves, tempo suficiente para a hora do “petisco”. Fomos convidados a descer, para o r/c , local onde se iria tratar dos estomago. Que istos dos passarinhos também faz fome.

Foi então que nos posicionamos para o “ataque”, digo isto porque sei que o amigo Manuel nestas coisas não facilita!O ambiente estava espectacular, a comida e a bebida era coisa que não faltava, já se sabe que o “paleio “ é como as cerejas (uma a tráz da outra), quando demos por ela já era quase noite.
Pois é! O tempo passa … e tínhamos que voltar para Coimbra.
Para finalizar o “petisco “ o sr. Manuel resolveu acabar com uma arma de muita qualidade.
Um licor servido numa garrafa muito especial, se a garrafa era especular o que dizer do licor que ela continha.

Não há dúvidas que as pessoas ligadas a ornitologia, sabem conviver e apreciar o que de melhor há neste mundo. Com as pessoas, cada vez mais egoístas, saber dar corpo a palavra AMIZADE é um don que cada vez menos pessoas sabem valorizar.Claro que como criadores de aves (exóticas ou outras), todos gostamos das nossas aves, gostamos de ter sucesso nas nossas criações. Mas, para que serve tudo isso se não se tiver com quem compartilhar tudo isso?
Por fim, gostaria de agradecer em nome dos convidados a paciência e amabilidade que a esposa do senhor Manuel teve para com os presentes.Muitas vezes elas (mulheres, namoradas etc…), têm que “aturar” horas e horas de “paleio”sobre aves.
Mais uma vez, o meu agradecimento ao sr. Manuel, o convite para este “petisco”.
Que Deus o ajude a ele e aos seus e a nós, que para “petiscos” haverá sempre um tempinho!
sábado, 15 de setembro de 2007
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Rouxinol do Japão / Leiothrix leitea
Estas belíssimas aves têm um tamanho aproximado aos
A sua alimentação na Natureza é composta quase exclusivamente de insectos variados e alguma fruta, já em cativeiro podemos dar-lhe granulado dos melros, granulado de insectos para aves insectívoras, papa de insectos, alimentos vivos (Tenébrios molitor, também conhecidos como bichos da farinha) e há que também quem lhes dê sementes dos canários.
Um apreciador de laranja (esta deve ser cortada ao meio), maçã e pequenas bagas silvestres.
A distinção dos sexos.
Os machos têm as cores mais vivas, os seus cantos variados e melodiosos fazem-nos subressaír das fêmeas.
As cores das fêmeas são muito mais pálidas, os seus chamamentos não chegam a ser contos.
Na altura da reprodução e frequente ouvir os machos competir com grandes cantorias pelas fêmeas que os chamam para fazer os casais reprodutores.
O Rouxinol do Japão nidifica em viveiros grandes e bem plantados, estes devem ter arbustos médios e fechados, bem como plantas rasteiras.
Após a escolha do local a fêmea e macho constroem o ninho, aí a fêmea põe cinco ou seis ovos, estes são de uma cor verde – claro com pequenas manchas castanhas.
O choco leva 12 dias aproximadamente, findo este período nascem os filhotes.
O macho anda mais agitado que o normal, procuram insectos vivos para começar a criar a sua prole.
Nesta altura devemos fornecer grande quantidade de alimento vivo, os alimentos congelados e secos não têm grande aceitação dos progenitores.
Raramente é grande opção nesta altura.
Dificilmente as crias sobrevivem se os progenitores não conseguirem alimento suficiente para as crias.
Estas crescem rapidamente, os pequenos canudos dão lugar as penas em poucas semanas.
A plumagem adulta só se verificara ao fim de três semanas.
Passados 2 meses dos nascimentos dos pequenos Rouxinóis, é possível começar a ver os machos novos a dar um ar da sua graça com pequenos cânticos.
A sua adolescência /maioridade está a chegar, em viveiros grandes não haverá problemas. Mas em viveiros pequenos a coabitação de pais e filhos pode ser difícil.
Os progenitores se estiverem em boas condições físicas podem criar mais vezes na mesma época.
Esta ave que foi importada sem regras para todo o mundo a coisas de uma década ou mais, esteve em vias de extinção devido as suas capturas desregrada. As suas qualidades como cantor, o seu baixo preço fizeram dele uma das aves de grande procura nos mercados de aves exóticas. Após um período de Importação proibida pelo Japão, com vista a recuperar as suas populações na Natureza foi possível recupere esta ave.
Hoje em dia já é possível voltar a encontrar Rouxinóis do Japão.
Muitos são criados em cativeiro, por muitas pessoas (Ornitólogos) que a eles se dedicaram e com o passar dos anos aprimoraram a melhor maneira de os criar em cativeiro.
O seu elevado preço também contribui para que a sua procura no nosso país seja pouca, a este facto e a importação proibida faz do Rouxinol do Japão uma ave que lentamente recupera a sua posição na Natureza.
Atenção estas aves quando criadas em cativeiro devem ser anilhadas por anilha dos criador com o respectivo SITES.
Todos as que provenham de importação deveram ser acompanhadas pelo mesmo documento.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
OS CANÁRIOS E AS SUAS RAÇAS E CLASSES

A todos este corresponde um standard da classe do canário as quais os criadores devem tentar corresponder.
Só assim puderam melhorar as classificações nas exposições e concursos.
CANÁRIOS
- Os canários podem ser distribuídos ou diferenciados por três grupos:
Canários de Canto, cor e postura.
- Canários de canto são:

Todos aqueles em que o seu esplendor máximo advêm do seu canto.
Estes podem ainda ser diferenciados ou divididos em: Roller, Malinois e Timbrado Espanhol.

Todos os canários que devido a cor da sua plumagem se valorize das demais classes.
Também estes se dividem em: Lipocromos e Melánicos.

Estes canários diferenciam-se das anteriores, pela sua forma, postura e posição.
Há muito tempo a trás só havia duas classes de canários (Canto e Cor).
Mas com os cruzamentos e as mutações daí decorrentes, foram aparecendo cada vez mais canários diferentes. Cabeças grandes, pernas compridas, caudas curtas, corpos redondos etc.
Em fim canários muito diferentes dos canários de canto e de cor, foi então necessário reconhecer estes novos canários. Raça a raças, foram sendo reconhecidos todas as classes de canários que se conhecem hoje.
Mesmo assim a (COM) recebe todos anos, novos pedidos de reconhecimento de novas classes.
Podemos garantir que actualmente há perto de 56 classes ou mais de canários.
sábado, 1 de setembro de 2007
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Bengalin do Japão - Lonchura doméstica - Manon - Munia

Origem: Esta é uma raça que não hesite na natureza. Foi criada, desenvolvida, apurada pelo homem. Acredita-se que o primeiro País a produzir estas aves foi a China. Mais tarde foi introduzido no Japão, a cerca de 260 anos. Foram depois exportados para a Europa e os Estados Unidos.Hoje em dia esta ave encontra-se dessiminada um pouco por todo o mundo.
Tamanho: O Bengalin te
m um tamanho aproximado de Mutações: Originalmente estas aves eram de cor negra ou castanho muito escuro, hoje em dia podemos encontrar muitas mutações nas cores bem como na forma.
Novas mutações são: branco, cinzento (prata), castanho claro, crémino, moca (cor de chocolate), malhados (bicolor), os perlados ou de cor pérola, e muitas outras cores. Dentro das cores que referi antes, não poderemos esquecer os albinos, e na forma, com poupa e alguns frisados (raros).
Dimorfismo sexual: Muito difícil de reconhecer pelas cores. Só os machos cantam. Mesmos os criadores mais experimentados têm dificuldade em reconhecer a diferença entre as aves desta espécie.
Criação: De preferência em ninho fechado (caixa), também podem criar em ninhos abertos tipo (canário). Se pretendemos alguma qualidade e selecção a melhor maneira é criar aos casais, se desejamos criar pelo puro prazer de ver como reagem na corte e criação, o melhor é criar colónia, o Bengalin não requer condições especiais para a sua criação.
As fêmeas põem de
Os filhotes devem estar a comer por sua conta 1 mês após o seu nascimento.
Ambos os progenitores chocam e alimentam a prole.
Ave muito dedicada aos seus filhos, mas não rejeita a criação de outras aves que se alimentem da mesma forma e do mesmo tipo de alimento.
Tem como uma das sua melhores características serem umas boas amas para muitas espécies de aves, podendo mesmo 2 machos chocarem e criar filhos de outros.
Para muitos criadores de aves exóticas, o Bengalin é a razão de sucesso na criação de aves mais delicadas, também ajudam muitos no numero de ninhadas extras.
Gosta de maçã, de papa de ovo e deve ter a sua disposição grite.
Não diz que não a comida dos canários de vez em quando, como um bombom e umas espigas de milho painço como agrado. Pois esta ave por tudo o que é capaz de fazer pelas outras, merece. Adora tomar banho.
Tem Standard para exposição que o obriga a cumprir determinados quesitos.
Cor, marcações, postura, perfil, porte, etc. Nota final: É uma ave muito simpática, meiga e muito protectora.
O Bengalin é uma ave que híbrida (cria) com muitas espécies de aves, com alguma facilidade.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Alimentação das aves

Linhaça
Semente que dá origem ao linho. A sua cor é de um castanho avermelhado podendo variar entre o mais escuro e o mais claro, de formato de lágrima mas muito achatada (baixa). É uma semente muito rica em ácido ómega -3, proteínas e extractos de éterio (substancia oleosa).
Esta semente é muito boa no trato intestinal das aves por melhorar a digestão das mesmas, muito importante ou mesmo essencial na época de muda da pena.
Semente que se encontrada em muitas misturas de canários, bem como misturas de aves silvestres, também se pode encontrar em muitas misturas de sementes de periquitos (pequenos e de grande porte).
Os países que mais produzem são: Bélgica, Hungria e o Canada.
É a semente da saúde. A perilha é muito rica em extracto etéreo (óleos), principalmente do grupo dos ómega- 6 e omega -3. Importante para o canto e uma plumagem exuberante.
Esta semente pode ser encontrada em muitos misturas para pássaros silvestres, canários e pássaros exóticos. É uma semente muito importante para os pássaros, seu uso não
deve excessivo.
O milho alvo há em várias cores (amarelo, branco e vermelho), a mais comum será o amarelo.
É uma semente rica em hidratos de carbono.
Pode ser encontrada em quase todas os tipos de sementes para aves exóticas periquitos pequenos e de grande porte.
Os países que mais produzem são: Argentina, Estados Unidos, Rússia , Hungria, China, e Polónia.
Este tipo de semente é altamente rico em proteínas, é muito usado em muitas misturas de sementes para aves.
È uma semente que difere das outros tipos de milha alvo, pela sua cor e tipo de casca.
Os principais produtores desta semente são: China, Austrália e a África do Sul.
O fonio é uma semente que vem sendo estudada durante vários anos e só a meia dúzia de anos se descobriu as vantagens desta semente na dieta das aves.
Esta semente é muito importante na luta de uma das doenças mais mortíferas nas aves a coccidiose, enterites.
O uso continuo-o desta semente evita muitos medicamentos.
Não é muito barata. Mas quanto vale uma ave de estimação ou exposição?
A sua origem e cultivo vem das zonas pantanosas do Uganda.
Continua ...











