quarta-feira, 6 de junho de 2007

Doença ORNITOSE /PSITACOSE

ATENÇÃO:
Esta matéria contem imagens eventualmente chocantes.

Coriza é a mais conhecida e é comum designar todas as doenças caracterizadas por secreção nos olhos e dos orifícios nasais como coriza. É um germe hemofílico frequente em lugares com humidade, correntes de ar e sem abrigos para as aves. Provoca um corrimento nos olhos ( lacrimejamento ) e nas narinas, essa secreção aumenta, se torna viscosa e provoca o inchaço da cabeça e dos olhos, podendo atingir os olhos, chegando a cegar a ave, há diminuição da postura e emagrecimento. É necessário o tratamento com antibióticos, o isolamento das aves contaminadas e a desinfecção de todos os viveiros pois a doença é altamente contagiosa e pode provocar a morte das aves se não forem medicadas prontamente.

Os sintomas são: febre, cefaléia, mialgia, calafrios, tosse. O período de incubação da doença pode variar de 3 a 6 dias.
A ornitose tem duas formas:
A forma aguda que pode ser recon
hecida nas aves pela respiração ruidosa, conjuntivite uni ou bilateral e enterite muco-aquosa com diarreia.
A forma crónica é mais frequente nas aves adultas que, no entanto, demonstram poucos ou ne
nhuns sinais da doença.
Após recuperação, as aves continuam a representar ameaça para as outras da colónia e para o homem, pois o agente permanece latente.

Tratamento:
O tratamento de escolha é à base de antibióticos.

O tratamento da colónia é feito com chlortetracyclin+, que vem demonstrando há vários anos um controlo efica
z da ornitose.
Para manter a sua eficácia, o tratamento de 30 dias com chlortetracyclin+ não pode ser Interrompido.
Ornicure
Tratamento de infecções do tracto respiratório, de ornitose ou psitacose.
Embalagem de 8 carteiras de 4 gramas.

AVIZOON - Ornitose / psitacose Para que a fonte de contagio não se propage ,deve retirar todos os comedouros abertos do fundo do viveiro. Pois as fezes (muito liquidas) são altamente contagiosas e misturadas com as sementes são um problema.Tentar manter o fundo (s) viveiro (s) o mais limpo possível o mesmo é valido para todos os assessórios (limpos e desinfectados).

O tratamento deve ser feito a todas as aves, independentemente se afectadas ou não ,estamos perante um agente infecto contagioso. A água dos tratamentos deve ser mudada todos os dias. Se poder, retire os bebedouros por 2 ou 3 horas. Da parte da manha e depois de almoço,podendo retirar os bebedouros durante a noite. Este procedimento leva a que as aves procurem com mais avidez a água ( ficam com sede).Devemos tentar arejar o local. Muito cuidado com as correntes de ar. Parar com as misturas de papas humidas,sementes cozidas,couscous e outros de género.

Como evitar: A infecção é provocada pela inalação de poeiras em suspensão que contenham o agente, ingestão de alimento ou água contaminados com fezes, criação ou contacto com os borrachos. Boa alimentação e higiene rigorosa são importantes

A Ornitose é uma doença infecciosa aguda, cujo agente etiológico, Chlamydia psittasi, tem afinidade pelo sistema respiratório superior e inferior. "Chlamydia psittaci". Os "Chlamydia" são pequenos microorganismos não móveis que invadem as células tornando-se seus parasitas.

Notas:
Não fornecer alimentos que contenham cálcio (ex.: grit), pois o cálcio inibe a clortetraciclina, reduzindo a sua eficácia.
Não fornecer água para o banho.

MUITA ATENÇÂO: As pessoas lidarem directamente com as aves afectadas deveram lavar e desinfectar as mãos e material utilizado, esta doença e contagiosa até para o homem e a outros mamíferos. Em caso de persistência grave da doença consultar um veterinario.

Esta matéria teve como referencia alguns artigos sobre a ORNITOSE.

As fotos são de Osvaldo Sereno


terça-feira, 5 de junho de 2007

segunda-feira, 4 de junho de 2007

O melro do "Orlando"

Turdus merula

O melro é uma ave muito comum em quase todo o Portugal, podemos avista-los nos jardins, nas hortas, nas vinhas num sem numero de lugares.

Esta ave pode ser encontrada em vários continentes.

Em quase toda a Europa, na Ásia e África do Norte.

O melro é conhecido pelo seu bico alaranjado e a sua cor preta (isto nos machos), já as fêmeas são por norma castanhas apardaçadas.

O macho e detentor de um dos cantos mais melodiosos nas aves silvestres.

Quem vive em zonas de muito arvoredo ou perto das aldeias e fácil de ouvir o seu belíssimo canto logo ao romper da manha e ao findar do dia.

Esta ave alimenta-se quase só de insectos (minhocas, aranhas pequenas, …), mas a sua dieta alimentar muda com a chegada do Inverno.

Passa nessa altura a comer bagas e fruta e ocasional mente insectos.

O melro é uma ave esguia e tímida, não é muito fácil estarem perto das pessoas.

Durante o Verão adoram tomar grandes banhos o que faz com a sua plumagem esteja sempre espectacular.

Nidifica no princípio da Primavera. Constrói os seus ninhos em casas abandonadas, em videiras como em arbustos fechados o seu ninho e feito por quase todo o tipo de materiais, por norma e vulgar ver no meio dos arbustos os seu ninhos em forma de tigela.

A fêmea põe por norma de três a cinco ovos de uma cor azul-claro esverdeada, com pequenas manchas castanha avermelhada.

As crias são alimentadas por ambos os pais, estes não tem “mão a medir” porque as jovens crias têm que ser alimentadas com grandes quantidades de alimento vivo.

Os jovens ficam cobertos de penas ao fim de 15 a 17 dias.

A sua coloração é muito parecida a das fêmeas, só serão independentes dos pais ao fim de 5 a 6 semanas.

Existem em muito pequena quantidade mutações que varia, de castanho pastel ao todo branco este muito raro.

A sua manutenção em casa não e difícil.

Basta para o efeito arranjar um viveiro espaçoso, proporcionar-lhe uma alimentação a base de insectos, granulados e fruta.

Deve ter sempre muita água a sua disposição, o fundo do seu viveiro de ter uma parte com terra.

Pois o melro adora debicar a terra, as ervas a procura de larvas, lagartas e minhocas.

Atenção. Este tipo de ave pertencente a fauna Europeia é protegida.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Foto voto (em baixo)

Sementes Germinadas

As sementes para germinar, são por norma constituídas por uma selecção muito cuidada.

Não vale a pena tentarmos ser auto didactas neste aspecto. Porque muitas vezes corremos o risco de não misturar bem as sementes, logo vamos deixar essa parte para quem sabe, lojas da especialidade.

Existem no mercado de produtos para aves sacos de semente para germinar altamente balanceadas e cuidadas. Claro que os preços variam com as marcas, mas a “Verselle-Laga, Aviplatas” por exemplo, têm umas misturas muito interessante em germinado.

As sementes germinadas representam um alto valor nutritivo para as crias. O germinado é sem duvida alguma o maior complemento nutritivo que podemos dar as aves na altura de cria, podendo também ser fornecido aos pais durante tudo o ano depois de tratamentos. Observações feitas na natureza ao papo das aves recém nascidas e outra já com alguns dias de vida, revelaram que um grande número de aves fornecem este tipo de alimento quase desde o dia que nascem aos filhotes. É comum ver nos campos as aves andar de volta das plantas com rebentos e sementes mais tenros.

Como prepara as sementes germinadas.

Coloca-se as sementes numa taça ou meia de senhora (licra).

Deixe de molho durante 24 a 36 horas.

Depois retire todo o excesso de água, e borrife as sementes várias vezes ao dia.

Está comprovado que as semente começam o processo de germinarção após as primeiras 24 horas.

Em poucos dias as sementes vão dobrar o seu tamanho e começar a germinar as plantinhas.

Atenção: as sementes germinadas devem ser limpas, há no mercado produtos que servem para este efeito, eu faço o com água e umas colher de vinagre de sidra, dez minutos depois passo-as sementes por água corrente entes de ser fornecidas às aves,

O germinado pode ser dado simples, misturado com papa, fruta, ruscos, couscous etc.

Podemos também utilizar o germinado misturados com as papas que falei, a fim de dar algumas vitaminas ou medicamentos, sempre que estes seja muito amargos ou de saber desagradável.

Muito importante. Devemos mudar e limpar todos os dias os recipientes onde se forenses o germinado simples ou composto. Assim evitamos o aparecimento de fungos nas sementes bem como nos comedouros.

Estes preparados devem ser feitos de modo a serem totalmente consumidos pelas aves o mais rápido possível.

Vencedora - fotovoto



terça-feira, 29 de maio de 2007









DIA DE SORTE ! !

No passado fim-de-semana (25,26 e 27 de Maio) decorreu a 1ª Feira de Caça de Coimbra, a mesma realizou-se na Escola Superior Agrária de Coimbra.

Durante este evento foram apresentadas várias actividades, entre elas ouve a apresentação de aves de presa. A Falcoaria Montes dos Casarões pertença de Paulo Martinho (www.localnet.pt/falcoaria) foi a responsável por esta apresentação

Durante uma dessas apresentações fugiu uma fêmea de falcão lanário (Falco biarmicus) com dois anos de idade.

Como nessa zona (arredores da cidade) existem aves de rapina em liberdade o dito falcão foi atacada por um casal de milhafres negros (Milvus migrans), ter se á assustado com estas e perdeu o norte ao seu cetreiro.

A cetraria ou falcoaria é a arte de criar, treinar e cuidar de falcões e outras aves de rapina.

Esta arte antiga terá nascido na Ásia Central, tendo sido introduzida na Península Ibérica pelos Visigodos no século V. Actividade que cresceu muito, para isso contribuem muitos criadores e cetreiros particulares.

A cetraria esta ligada a caça de presa a cavalo e não só, em alguns países Árabes esta actividade e levada a um ponto muito elevado na dedicação a esta arte. São criadas clínicas especializadas, centros de voo e de alto desempenho, bem como e feita uma selecção muito apurada nas criações, a parte genética não e deixada ao acaso.Estes senhores investem montantes muito consideráveis na arte de caçar com aves de rapina.

Ao comemorar 250 anos sobre a data da sua fundação, a Coudelaria de Alter tomou a seu cargo a recuperação e divulgação do património artístico e cultural da falcoaria e cetraria portuguesa.

Hoje recuperada genuinamente esta arte de caça e apresentada sob a forma de um espectáculo educativo e divertimento, num dos mais belos recantos do Norte Alentejano e outros lugares do país.

Mas vamos lá falar do falcão que se perdeu ou “ pisgou-se”.

Esta terá ficado desorientado a meio do seu voo de exibição e veio direito a cidade. Como o domingo estava chuvoso a ave depressa ficou toda ensopada tendo vindo a cair junto de uns eucaliptos na Conchada.

A meio da tarde foi encontrada por uma pessoas que vive perto.

Ao observar que a ave se encontrava em dificuldades, ficou preocupado. Tentou socorre-la mas esta por estar perdida e molhada, mostrava-se nervosa e muito agressiva para quem a queria ajudar.

Foi então que o Pedro (nome da pessoas que encontrou o falcão) se lembrou de me telefonar a pedir ajuda.

Prontifiquei-me logo a ajudar.

Rente a noite a ave chegou-me as mãos. Após um exame rápido reparei que não tinha nada partido, sofria de frio e muita fome.

Rapidamente fui buscar carne e ela não se fez rogada. Comeu até não poder mais. Repouso toda a noite, pela manha estava mais desperta e mais viva. Após nova refeição, que comeu já sem agressividade, tratei de saber a quem pertencia, visto que tinha uma anilha de identificação.

Fui então beber um café e ao ler o jornal da cidade juntei as coisas.

Rapidamente telefonei a um amigo que pertencia a organização da dita feira (Filipe) que me coutou a história do dia anterior (domingo).

Após alguns telefonemas tudo foi tratado. O resgate do falcão fez-se ao final da tarde de segunda-feira pela "DHL" (empresa de transporte rápidos). Assim iria passar a noite de transporte a dormir, o que faria naturalmente. Causando-lhe menos stress e diminuindo a necessidade de beber e comer nesse período.

Assim esta nobre ave de rapina voltar-se a juntar-se ao seu dono e AMIGO, pela manha de terça feira em pleno Alentejo.

Votos para muitos anos de vida e muitas caçadas para alegria dos cetraceiros ou falcoeiros.

Atenção: Estas aves são obrigadas a ter anilha do criador e o "cites"

Cites: Convenção de Washington, para regular a protecção de espécies da fauna e flora selvagens através do seu controlo do seu comércio, em Portugal quem tem competência para certificar é o ICN. (Instituto de Conservação da Natureza)

Osvaldo Sereno

domingo, 27 de maio de 2007

sábado, 26 de maio de 2007

Couscous

O Couscous é conectado frequentemente como sendo um prato tipicamente Marroquino, mas está incorrecto. É igualmente um prato de, Argélia, Tunísia e Líbia, pessoas de todos estes países pode reivindicar a paternidade do couscous.O termo vem das línguas de ,Berber, onde é chamado seksou. Consiste nas grões pequenas, o ingrediente principal de que é semolina.

É feito de 2 porções do semolina, da 1 porção da farinha, do sal e da água. Alguns punhados do semolina são postos sobre uma placa ou sobre a terra, depois do qual é humedecida com o saltwater. O que resulta é moldado na mão, porque a farinha é adicionada. As “grões pequenos” do couscous são separadas gradualmente.

Após ter executado este processo até que o tamanho direito das “grões” esteja conseguido, um pouco de óleo é adicionado. Então o couscous está pronto para ser usado nos pratos. As facilidades modernas permitiram o armazenamento do couscous por períodos de diversas semanas.

O couscous e utilizado em muitas receitas de culinária, de muitas formas e maneiras.

Pode ser integral ou não, também pode ser biológico ou não.

Este sofre algumas alterações para este fim (ornitologia).

Excelente complemento alimentar para aves.

Rico em: proteínas, hidratos de carbono, fósforo, ferro, magnésio e fibras.

Na altura da reprodução e desmame muitos criadores utilizam o couscous para que as aves alimentem as crias com mais facilidade e em grande quantidade. E uma boa alimentação para aves jovens.

A sua preparação pode ser feita de duas formas:

A primeira e simplesmente posto a remolhar ou demolhar. Para quem não tem muito tempo e não quer estar a levar as coisas para a cozinha o remolhado deva ser a melhor opção. Eu pessoalmente gosto de utilizar o couscous remolhado. Pois permite-me colocar vitaminas na água (fria) da sua preparação. Este produto ao absorver a água aumenta de tamanho e torna se húmido, fofo e leve.

A segunda forma de preparação é: Cozido. Torna-se mais pastoso, a sua confecção torna-se mais cuidada para não cozer demais. Mas há quem ponha só água morna. Em ambos os casos, depois de pronto pode ser adicionado a papa, fruta, sementes germinadas ou então sementes cozidas.O seu custo não é muito. Nos supers (Pingo Doce) um saco de um kilo custa 02.95 € mais ou menos.

Mas vale a pena porque da para muitas vezes. Claro para quem tem muitas aves será melhor comprar um saco de 5 kilos. Também se encontram este produto nas ervanárias. Mas atenção aos sacos integrais.

Esses não são para aqui chamados.

Boa sorte para todos.


ENTRE AMIGOS com Manuel Neto

FICHA DO CRIADOR

Nome: Manuel Neto

Clube ou Associação: (A.O.C.) Associação Ornitológica de Coimbra

Espécies que cria: Canários, Exóticos e Psitacideos

Morada: Tarelhos - Cantanhede

Contacto: 932 511 946

O sr. Neto começou a brincar aos criadores de canários a 30 Anos.

Era o tempo que ainda não se falava em associações, clubes e outras coisas que hoje são vulgares a quem anda neste mundo das aves de gaiola ou ornamentais, como lhe queiram chamar.

Mas a cerca de 10 anos este criador entrou de uma maneira mais séria na criação de aves.

Como já tinha um bom plante de canários, resolveu começar com uma coisa nova e diferente na altura, as aves exóticas (Diamantes de Gould).

Ter aves exóticas nessa altura era um risco muito grande. Pois não se sabia muito, e os casais eram muito caros. ”Mas como quem não arrisca não petisca…”, ele arriscou.

Nas suas palavras pode ver-se o entusiasmo com que fala da sua história. Não tem medo de dizer que em certa altura da sua vida ganhou dinheiro com esta actividade. Mas os tempos agora são outros e as coisas hoje estão diferente e sombrios.

Possui actualmente: canários de porte, aves exóticas e psitacideos.

Cria normalmente com: 100 Gaiolas e 3 voadeiras.

As aves que mais gosta são sem dúvida os Diamantes de Gould.

Para o sr. Neto o Diamante de Gould e uma obra-prima da Natureza.

E uma ave que lhe da uma certa “luta” no apuramento do que se pretende. Os Diamantes de Gould são de uma cores tão vivas e perfeitas que e difícil passar por um viveiro onde este se encontrem e não se apaixone por esta ave a primeira. São diferentes.

Já foi associado da (C.O.B. da A.O.F) e fez-se associado da (A.O.C.) Associação Ornitológica de Coimbra a relativamente pouco tempo.

Para o sr. Neto vale sempre a pena ser – se associado.

Pedir as anilhas para as aves que criamos, poder participar em eventos ligados aos clubes a nível regional e Nacional.

Fazer amigos e alargar os nossos conhecimentos com outros, trocar aves para variar o sangue das criações (geneticamente muito importante), falar de novos produtos, combinar unas patuscadas para assim se passam os fins de semanas (chatos) etc.

A alimentação das suas aves e constituída: sementes da “Pet Cup” profissional Exoticos; papas “Witte Molen”

Probióticos: Sim

Antibióticos: Sim

Vitaminas: Sim

Minerais: Sim

Não é muito a favor dos probióticos. Porque as aves criam uma habituação aos mesmos com muita facilidade.

Todos os outros respeitam um esquema de pré cria, cria e defeso.

Fazer desparatizações sempre duas vezes por ano, sempre que se compra uma ave novo, mantela em quarentena afastada das demais para evitar problemas no casa da ave trazer alguma afecção.

Diz este criador a quem quer começar. Não é bem um conselho. Talvez uma constatação de 30 anos dedicado aos seus “ amiguinhos”.

Amor, carinho, paciência e muita dedicação as suas aves. Ser humilde, saber ouvir os outros e cultivar a amizade sempre tal seja possível.

Estas são pequenas dicas para os amantes e criadores de aves.





Sr. Manuel Neto

Obrigado pela amabilidade e simpatia com que me recebeu.

" Bom licor de café ..."